terça-feira, 17 de maio de 2011

Como proteger seu carro contra roubo

terça-feira, 17 de maio de 2011
Só um sistema de segurança muito complicado pode realmente deter um ladrão de automóveis determinado; no entanto.
há sistemas bastante simples que são suficientes para desconcertar os amadores e os indivíduos que apenas pretendem pegar o carro para “dar um passeio’
Os melhores sistemas elétricos anti-roubo disparam um alarme quando alguém tenta abrir as portas do carro ou trancam a ignição quando um estranho tenta pôr o automóvel para trabalhar.
Um destes sistemas de alarme inclui elemento pendular que toca a buzina do carro quando o equilíbrio do pêndulo perturbado: por exemplo, quando
Alguém tenta forçar uma porta.
Este sistema é fácil de montar:
é constituído por :
As partes, o elemento pendular e um interruptor com chave que liga o alarme, e ainda alguns fios elétricos.
Um outro sistema tem sensores em toas portas, na mala e no capô, Quando abre qualquer destes, a buzina do carro começa a tocar e os faróis acendem.
Um dos dispositivos mais aperfeiçoados está equipado com um conjunto de teclas.
Para que o carro comece a trabalhar, é necessário “marcar” um número de código.
Qualquer tentativa para pôr o carro para trabalhar sem passar por este sistema faz tocar a buzina.
um outro sistema está equipado com sensores de ultra-sons. As ondas sonoras são transmitidas no interior do carro quando há qualquer interferência: por exemplo, quando alguém quebra uma janela, o alarme é ativado.
Um outro sistema recorre a sensores de voltagem.
Qualquer alteração de voltagem na bateria — mesmo a ligeira queda de tensão provocada ao acender a luz interior quando se abre uma porta — é detectada por este dispositivo, que dispara o alarme.
Um dispositivo mais simples, tal como um cadeado com uma combinação aplicado ao freio de mão, é suficiente para desencorajar os ladrões amadores.
O botão que solta o freio de mão só pode ser pressionado quando se marca a combinação correta no cadeado.
Há também uni outro dispositivo geralmente designado por bengala, constituído por uma barra telescópica com um grampo em cada extremidade e um fecho que fixa a barra na posição desejada.
Um dos ganchos fica preso num dos raios do volante e o outro no freio ou na embreagem.
Existe também um dispositivo semelhante para travar a alavanca das mudanças.
Monte o dispositivo anti-roubo de acordo com as instruções do fabricante e coloque num local bem visível o adesivo que acompanha alguns destes sistemas, o que, só por si, já é um bom dissuador dos roubos.


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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Liberty vai patrocinar a Copa do Mundo de 2014

sexta-feira, 6 de maio de 2011
São Paulo - 05/05/2011
A Liberty Seguros, a unidade brasileira do grupo americano Liberty Mutual, é a nova patrocinadora da Copa do Mundo de Futebol de 2014, que será realizada no Brasil. O acordo, assinado ontem com a Fédéracion Internacionale de Football Association (Fifa), prevê a exposição da marca Liberty durante os jogos da Copa do Mundo e da

Copa das Confederações, em 2013, também no Brasil. O valor do patrocínio não foi divulgado. A Liberty é a quinta maior seguradora de automóveis do Brasil. No ano passado, faturou em prêmios cerca R$ 1,9 bilhão, dos quais cerca de 80% na carteira de automóveis.

Com o acordo, a Fifa fechou o terceiro patrocínio no mercado local para a Copa do Mundo. Além da Liberty, o banco Itaú e a Nescau - achocolatado do grupo Nestlé - também firmaram acordos. A Oi e grupo Marfrig, outras patrocinadoras brasileiras, terão direito de divulgação da marca também fora do país.

Segundo o presidente da Liberty no Brasil, Luis Maurette, a intenção da empresa é tornar a marca mais conhecida no mercado brasileiro. "Estamos no Brasil desde 1996. Temos crescido, incorporado novos negócios, mas a marca ainda é pouco conhecida da população em geral. Nada melhor que mostrarmos a empresa com algo que tem tudo a ver com os brasileiros, o futebol", afirma. Para a Liberty, o evento também será importante como forma de diversificação de seus negócios no país. Hoje, a seguradora está muito focada em automóveis. A intenção é crescer em outras áreas, como em seguros empresariais, responsabilidade civil e engenharia, onde ainda tem presença modesta. "Queremos que automóveis sejam na máximo 60% de nossa carteira", diz Maurette.

No final de 2009, a companhia trouxe para o mercado brasileiro sua divisão de resseguros, a Liberty Syndicates, e iniciou também a operação da Liberty International Underwriters (LIU), braço de riscos especiais do grupo. No início de 2011, a matriz injetou US$ 100 milhões na operação brasileira, elevando a capacidade de crescimento da subsidiária brasileira.

Um dos segmentos empresariais onde a unidade brasileira já tem boa presença é em transporte de carga, com cerca de 4% do mercado. Conforme Luciano Calheiros, diretor comercial da Liberty, no ano passado, os seguros de transporte de carga foram destaque na carteira de linhas comerciais, que atingiu US$ 200 milhões em prêmios, expansão de 30% em relação a 2009.

Os prêmios totais da seguradora, que chegaram a R$ 1,9 bilhão (pouco mais de US$ 1 bilhão), tiveram um incremento de 26%, de acordo com Maurette. Para ele, 2011 será um ano mais difícil e o crescimento estimado é de 13% a 14%. "A concorrência cresceu e as margens estão menores." O presidente da Liberty lembra que 2010 foi "um ano muito bom para a indústria de seguros e todos estão tentando crescer, com preços agressivos".

Na assinatura do contrato de patrocínio com a Liberty, ontem, também estavam presentes Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do comitê da Copa do Mundo, e o Thierry Weil, diretor de Marketing da Fifa.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Como se preparar para acidentes naturais

quarta-feira, 4 de maio de 2011
Mudanças climáticas aparecem sem aviso prévio e podem causar sérios danos, materiais ou não, para uma família. Saiba como se precaver.

Depois do terremoto que atingiu o Japão, uma série de desastres atingiram ou, ao menos, ameaçaram a população local na terra do sol. No Brasil, acontecimentos como os deslizamentos que acabaram com algumas cidades da serra fluminense no Rio de Janeiro no começo do ano, e enchentes que castigam, ano a ano, diferentes regiões do país, comprovam que não estamos tão a salvo quanto se imagina.

Complicado dimensionar os estragos que um vendaval ou uma enchente pode trazer a um imóvel, mas o ideal, nesse caso, é se precaver. Seja através da contratação de um bom seguro residencial ou por pura organização pessoal, o site de finanças pessoais Investopedia, dos Estados Unidos, preparou uma lista com algumas medidas que podem ajudar a minimizar possíveis danos e complicações, antes, durante ou depois de um acidente natural.

Saiba exatamente o que seu seguro cobre

Segundo a reportagem é normal que as pessoas não saibam exatamente quais tipos de acidentes naturais podem ser cobertas pelo seguro contratado. O ideal é que se tenha plena noção do que diz o contrato e os riscos que a região na qual o imóvel está instalado oferece para a integridade do bem. Assim é possível garantir que o prêmio atenda as necessidades do contratante.

Seguro completo para residências

De acordo com a reportagem, ter 100% de garantia de cobertura é o mínimo que uma pessoa que reside em uma área potencialmente de risco pode fazer. A apólice pode cobrir completamente o imóvel segurado. Caso a pessoa resida num local cuja a frequência de inundações, por exemplo, seja grande, a contratação de um seguro torna-se imprescindível. Quem acabou de se mudar para a região e não tem muitas informações acerca do comportamento do terreno na ocasião de um vendavais, enchentes e afins, deve se informar e contratar a cobertura que achar pertinente e que cubra, naturalmente, os mais comuns.

Apólice deve estar sempre atualizada
Uma vez que o imóvel esteja com as apólices pertinentes em dia, é bom que, de tempo em tempo, um corretor visite o local para que o valor do prêmio esteja coerente com o valor do imóvel na ocasião, por exemplo. Ou que, no caso de reformas e melhorias de todas as sortes, a apólice esteja em dia com as características recentes do bem.

Cobertura para objetos pessoais
Para facilitar os autos da reclamação do seguro, é pertinente que uma espécie de catálogo de tudo o que se encontra dentro de casa seja mantido, vale fotografia do objeto em questão e seu respectivo número de série. É bom que este catálogo seja atualizado anualmente. Na dúvida, pergunte ao corretor de seguros responsável pelo contrato quais itens podem ser inclusos na lista. No caso da cobertura de objetos de maior valor, como joias, por exemplo, talvez valha a pena segurá-la separadamente dos outros objetos do imóvel. Quem trabalha em casa pode contratar um seguro específico para escritório e para todo o equipamento usado para o desempenho das tarefas profissionais.

Seguro para quem aluga um imóvel

A apólice que o proprietário de um imóvel pode ter contratado cobre os danos ao local, mas não potenciais danos aos bens de quem aluga. Caso o locatário resida numa área com grande ocorrência desastres naturais, é bom que considere a contratação de uma apólice que cubra custos com mudança para uma área mais segura ou despesas de outro imóvel enquanto aguarda a reparação daquele que foi danificado. Além, é claro, dos objetos que estavam dentro do imóvel no momento de uma enchente, por exemplo.

Armazene documentos em locais seguros
Com exceção de testamentos, que devem estar nas mãos de um advogado, é bom manter todos os documentos originais da família em um local seguro e à prova de desastres naturais. Documentos mantidos em casa correm o risco de desaparecerem na ocasião de um incêndio ou mesmo roubo, trazendo ainda mais dores de cabeça. Uma boa ideia, segundo a reportagem, seria manter duas cópias autenticadas de todos os documentos, e que podem ficar nas mãos de pessoas de confiança e outra em um kit de emergências.

Kit de emergência

Um pacote, pequeno e compacto, de preferência, contendo todas as coisas que podem ser levadas de dentro de casa na ocasião de uma evacuação de emergência. O kit deve conter cópias de todos os documentos importantes, uma quantia em dinheiro para despesas que possam surgir, cópias de receitas médicas e convênios de saúde ou dental, além de um pen-drive com um backup de informações bancárias e imposto de renda, por exemplo.

Caso seja possível salvar e carregar alguns itens de casa, é bom pensar, previamente, em uma lista de coisas que gostaria de levar consigo, como um cd com fotos de família, joias valiosas. Afinal, é muito mais fácil pensar e anotar tudo isso em momentos de calmaria.

Fonte: Revista Exame - Mar/2011

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Seguro obrigatório de condomínio será modificado em 01 de julho de 2011

O seguro obrigatório de condomínio sofrerá uma importante alteração a partir do dia 01 de Julho de 2011, conforme resolução 218/10 do Conselho Nacional de Seguros Privados, que passará a ser oferecido em duas modalidades:

1 – Cobertura Básica Simples – Conertura para Incêndio, Queda de raio dentro do terreno segurado e Explosão de qualquer natureza.

2 – Cobertura Básica Ampla - Cobertura para qualquer eventos que causem danos materiais ao imóvel segurado, exceto os expressamente excluídos.

Para ambas modalidades de seguro condomínio poderão ser oferecidas, adicionalmente, outras coberturas não obrigatórias, observada a legislação em vigor. A contratação dos seguros deve atender ao disposto no artigo 20 do Decreto Lei 73/66 e decreto 61867/67 que regulamentam os seguros obrigatórios e também no artigo 1346 do Código Civil , lei 10406 de 2002.

No caso da Cobertura Básica Simples, poderão ser contratadas coberturas adicionais, de acordo com os riscos que estiver sujeito o condomínio segurado, sendo que a importância segurada será única para todas as garantias das coberturas básicas, não podendo ser estabelecidos sub limites pelas seguradoras.

Sempre é importante destacar que a responsabilidade de contratação do seguro do condomínio, envolvendo as áreas comuns e as unidades é de única e exclusiva responsabilidade do Síndico, que pode ser responsabizado civilmente por omissão.

Fonte: Roberto Loiacono

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tudo sobre seguros

segunda-feira, 2 de maio de 2011
Para quem fica perdido nos inúmeros termos utilizados na área de seguros, aí vai um link com tudo que você precisa saber para não ficar perdido, e compreender de forma mais consisa.Clique aqui para ver o glossário.

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Porque ter um seguro para seu automóvel

Se você é uma daquelas pessoas que pensa que não ter seguro auto é uma forma de poupar dinheiro, tenha cuidado porque é uma obrigação que todos os condutores devem ter para a sociedade, onde há cada vez mais carros e mais acidentes.

Mesmo que pense ser o melhor condutor do mundo ou mesmo que o seja, poderá acabar por ter um acidente de qualquer forma, mesmo que não tenha culpa real mas tenha a culpa legal. Muitos acidentes acontecem por erros de condutores que depois até nem são dados como culpados em frente às autoridades. Nessa altura vai arrepender-se de não ter comprado um seguro auto.

Não ter Seguro Auto é ilegal
Andar com um carro na estrada sem seguro automóvel é ilegal em todos os países civilizados, embora existam diferenças sobre o seguro auto mínimo que é obrigado a subscrever.

Seguro Auto contra terceiros
Em Portugal o seguro mínimo obrigatório é o seguro contra terceiros, que implica o pagamento dos danos no veículo que foi atingido por si, em caso de ter sido dado como culpado. Nestes casos, o seguro auto não paga os estragos no seu próprio carro.

Vê-se muitas vezes nos noticiários, pessoas que não têm seguros automóvel e quando são culpados num acidente optam por fugir, muitas vezes não prestando socorro a eventuais vítimas do acidente. Em caso de serem capturados, vão a tribunal e podem ser condenados a cadeia efectiva, além das multas pesadas.

O Seguro Auto poupa dinheiro
Um seguro automóvel é assim uma forma de poupar dinheiro se alguma coisa correr mal na estrada. Se não tiver sido segurado, além dos problemas que irá ter com as autoridades (que já não são pequenos), ainda terá de pagar todas as indemnizações às vítimas do acidente. Podemos estar a falar de vários milhares de euros que terá de desembolsar para pagar os estragos que seriam assumidos pela sua seguradora, caso tivesse comprado um seguro auto. Sempre sem esquecer a cadeia e as multas às autoridades…

Compare estes custos e estes problemas no futuro, com o pagamento anual de umas centenas de euros e facilmente chegará à conclusão que não vale a pena poupar dinheiro não subscrevendo um seguro auto. No entanto, deverá sempre tentar encontrar um seguro automóvel mais acessível que cubra o máximo possível.

Seguro Auto com maior cobertura
Enquanto o seguro contra terceiros é obrigatório, comprar mais cobertura já é uma decisão mais difícil, porque implica pagar mais, mas também está mais protegido em caso de alguma coisa correr mal no futuro, por eventos fora da sua influência, como assaltos ou desastres naturais.

Um seguro auto contra todos os riscos compensa se quiser estar completamente protegido contra quase tudo, mas também tem de se preparar para pagar muito mais do que por um seguro obrigatório.

Compre Seguro Auto e não arrisque
Conduzir sem seguro auto poderá ser o maior risco que corre na sua vida, devido à probabilidade de se ver envolvido num acidente de viação com danos matérias e humanos. Se quiser saber mais sobre a aquisição, veja como fazer um seguro automóvel.

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Mercado de seguros pessoais cresce 20,35% em fevereiro

SÃO PAULO - O mercado de seguros de pessoas - como os seguros de vida, acidentes e educacionais - movimentou R$ 1,4 bilhão em prêmios durante fevereiro, o que corresponde a um crescimento de 20,35% sobre igual período de 2010.

Os números foram divulgados hoje pela Fenaprevi, que representa 79 instituições que comercializam produtos de vida e previdência. Destaque no balanço, os seguros de acidentes pessoais marcaram crescimento de 55,76%, chegando a R$ 337,6 milhões em prêmios no segundo mês do ano.

De janeiro a fevereiro, a indústria de seguros voltados a pessoas girou R$ 3,1 bilhões em prêmios, uma alta de 28,84%. O seguro de acidentes pessoais representou R$ 648,3 milhões do total no bimestre, marcando crescimento de 50,23%.

O Bradesco liderou o ranking de seguros pessoais em fevereiro, com uma participação de mercado de 15,77%. Na sequência, aparecem Itaú (13,36%), Santander Seguros (11,87%), Companhia de Seguros Aliança do Brasil (11,03%), Mapfre (9,79%), Icatu Seguros (4,57%), HSBC (4,42%), Metropolitan Life (3,84%), Caixa Seguros (3,00%), Cardif do Brasil Vida e Previdência (2,57).

Fonte: Eduardo Laguna | Valor

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